quarta-feira, 10 de outubro de 2018

DESAFIO LITERÁRIO - OUTUBRO DE 2018

Oi Pockets,
Estava com saudades de vocês e do desafio. Espero que vocês também!
O mês de setembro foi meio complicado e por isso não consegui compartilhar qual eram os desafios do mês.  Mas agora estou de volta e muito ambiciosa com minhas leituras para o mês de outubro.
Como já falamos anteriormente, o desafio literário e composto por três livros para te tirar da zona de conforto ou só te ajudar a ler os livros que estão parados na sua estantes (este é o meu caso). Mais um livro do clube do livro. Você pode ler apenas um dos desafios, dois, todos, o importante é participar e movimentar a estante.
Então vamos a eles, este mês os desafios estão bem temáticos, vamos conhece-los.


1° Desafio - Livro de terror para o Haloowen:
Sombra da Noite - Stephen King
Não é minha leitura mais habitual, mas recentemente fiz vários amigos literários que gostam bastante deste tema e são fãs do King. Resolvi me aventura com eles por esta leitura. Em grupo a gente sente menos medo SQN. Este livro reúne 20 contos de terror. Alguns inclusive faz referência a outros livros do King. Como é uma leitura coletiva teremos o mês todo para ler e debater estes contos. E se dá medo? Dá muito medo em alguns.

2° Desafio - Um livro de capa rosa:
Quando Saturno voltar - Laura Conrado
No mês de outubro temos o "Outubro Rosa", aquela oportunidade de você lembrar as mulheres da importância de realizar o auto exame e se cuidar contra o câncer e claro ler um livro rosa. Meu escolhido e especial, pois a autora é uma simpatia e participou do nosso Clube do livro de Neves em Setembro. O livro está autografado e vai pular fila. Este livro conta a história de Déborah que em uma viajem a trabalho para o Chile e alertada por uma cigana que anuncia que ela deve tomar cuidado com a volta de Saturno. O retorno de Saturno marca muitas mudanças e transformações. Eu estou ansiosa para acompanhar está história.


3° Desafio - Um livro de autor nacional:
Os 12 signos de Valentina - Ray Tavares
Em outubro comemoramos o dia Nacional do livro, por isso leremos um nacional heeeee). Esta escolha foi feita em setembro na verdade, quando fui convidada a participar de um grupo de Leitura Coletiva com um nome bem peculiar, Leitura Mimimi.  Mas a meninas do grupo não tem nada de Mimimi. Já comecei a ler e estou gostando muito. O livro conta a história de Isadora que depois de uma decepção amorosa resolve "passar o rodo no Zodíaco" até achar sua alma gêmea. Promete ser bem divertido.


Por último temos o desafio do "Clube do Livro" Um livro infantil (Para comemorar o dia das Crianças):
Príncipe U-au - Vanessa Preuss
Um história inspirada no "Pequeno príncipe" que tem parte do lucro das vendas revestida para ONG's que cuidam de animais.
Talvez este seja o mais rápido, porém este vou aproveitar para ler com meus filhos.

Mas as minhas leituras não vão parar por aí, pretendo ler também:


Reações Químicas da nossa parceira Clara Savelli.
Achados & Perdidos - Brooke Davis,  que foi escolhido para ser o meu livro no projeto Livro viajante, Depois volto e conto mais deste projeto prometo.
A Abadia de Northanger - Jane Austen, que é a leitura coletiva do DNA Literário. Neste grupo leremos todas as obras da Jane seguindo a ordem do livro "Clube da Leitura da Jane Austen".
Assassinato no Campo de Golfe - Agatha Christie, outro grupo top de leitura conjunta que vai ler toda a obra da autora.
E claro devemos ainda iniciar a nova leitura Coletiva no grupo do Cultura Pocket, mas este ainda esta em votação.

E aí me conta se você já leu algum dos livros da minha TBR de outubro. Se gosta de leitura coletiva. Quais vão ser suas leituras de outubro.

Beijos,
Até a próxima!!!



terça-feira, 9 de outubro de 2018

RESENHA A LISTA NEGRA - JENNIFER BROWN

Boa Noite, Pocktes!!
Fonte: Google imagens
Esse  se tornou meu livro favorito do ano, mesmo tendo muitos para ler ainda esse ano. É um livro que te prende e exige que você solte seus sentimentos e reflita sobre os fatos relatados.

Fonte: Skoob

Título: A Lista Negra
Autora: Jennifer Brown
Editora: Gutenberg
Ano: 2012
Nº Páginas: 272
Classificação: 5 



SinopseE se você desejasse a morte de uma pessoa e isso acontecesse? E se o assassino fosse alguém que você ama? O namorado de Valerie Leftman, Nick Levil, abriu fogo contra vários alunos na cantina da escola em que estudavam. Atingida ao tentar detê-lo, Valerie também acaba salvando a vida de uma colega que a maltratava, mas é responsabilizada pela tragédia por causa da lista que ajudou a criar. A lista com o nome dos estudantes que praticavam bullying contra os dois. A lista que ele usou para escolher seus alvos. Agora, ainda se recuperando do ferimento e do trauma, Val é forçada a enfrentar uma dura realidade ao voltar para a escola para terminar o Ensino Médio. Assombrada pela lembrança do namorado, que ainda ama, passando por problemas de relacionamento com a família, com os ex-amigos e a garota a quem salvou, Val deve enfrentar seus fantasmas e encontrar seu papel nessa história em que todos são, ao mesmo tempo, responsáveis e vítimas. A lista negra, de Jennifer Brown, é um romance instigante, que toca o leitor; leitura obrigatória, profunda e comovente. Um livro sobre bullying praticado dentro das escolas que provoca reflexões sobre as atitudes, responsabilidades e, principalmente, sobre o comportamento humano. Enfim, uma bela história sobre auto-conhecimento e o perdão.

RESENHA:

Valerie passou por uma situação muito difícil, algo que marcará sua vida para sempre, seu namorado Nick, matou alguns alunos da escola em que eles estudavam, depois de ter montado uma lista negra, que tinham pessoas que fazia bullying ou apenas não se importavam com eles.
Valerie já fez parte do grupo de populares da escola, mas percebeu que isso não era para ela, e acabou se afastando e mudando seu jeito de pensar, e quando chega ao ensino médio, encontra uma nova turma, que parece entende-la, entre eles está Nick.
Eu soube que estava me apaixonando por ele, por aquele garoto de roupas surradas e mal-encarado, que sorria de um jeito tímido e citava Shakespeare de cor.
Nick virou o melhor amigo de Valerie, e ela acreditava que era eles contra o mundo. Valerie, tinha que enfrentar o bullying dos colegas na escola e ainda ter que viver com pais que não se amam, e viviam brigando, não dando a devida atenção aos filhos, mas que não se separavam.
Valerie e Nick criaram uma lista negra, para todas as pessoas que os ofendia, mas para Valerie era apenas uma forma de extravasar o que sentia, toda a raiva que tinha por ser chamada de "Irmã da morte", só pelo modo que se vestia e agia.   
As pessoas fazem isso o tempo todo - acham que "sabem" o que está se passando na cabeça de alguém. Isso é impossível. É um erro achar isso. Um erro muito grande. Um erro que, se você não tiver cuidado, pode arruinar sua vida.Este ano tivemos de lidar com uma dose brutal de realidade. O ódio das pessoas. Esta é a nossa realidade. As pessoas odeiam e são odiadas.  Enchem-se de rancor e exigem castigo.
Mas no dia 2 de maio, Nick poe em prática seu plano, e entra na escola determinado a eliminar as pessoas que estavam naquela lista. Após, matar algumas pessoas e atirar em Valerie que se meteu meio, para que ele parasse com o tiroteio, Nick se suicida. É onde toda a história começa,onde fatos serão relatados pelo jornal, as opiniões dos sobreviventes e pais e amigos da vitima serão exposta. E tem a versão de Valerie, mostrando como ela conheceu Nick, e como ela o via. O retorno dela a escola e tudo que ela precisa enfrentar a partir dessa tragédia. Ela tem que ver, além do que é mostrado, enxergar a verdade. 
Sabemos que podemos mudar a realidade. É difícil, e a maioria das pessoas nem tenta fazer isso, mas é possível. Você pode mudar a realidade do ódio ao se abrir para uma amiga. Ao salvar uma inimiga. (…) Contudo, é preciso ter vontade de ouvir e de aprender para mudar a realidade. Principalmente ouvir. Ouvir de verdade. 
 Valerie, perdeu sua melhor amiga, perdeu seu grupo e sua família a ver como causadora da tragédia, como se ela tivesse atirado nas pessoas.  Ela descobre coisas, que nem imagina sobre sua família. Ela encontra um amigo no seu psicologo. Mas acima de tudo ela tem que enfrentar a perda de Nick e a dor que ela sente, por não saber se é ou não culpada de tudo que aconteceu.
Fonte: Google imagens
Essa história mostra que o ódio está em todos nós, mas todos, tem seu lado bom, que só mostram para algumas pessoas. São pequenas coisas que nos deixa alegre, mas são pequenas coisas que nos magoa e faz com que sentimos um rancor muito forte. 
Nós, sempre nos sentiremos ofendidos e odiaremos a pessoa que nos apelidam para fazer chacota de nós, isso não justifica matar ninguém, mas nesse caso foi um aprendizado, para os sobreviventes e todos os envolvidos. Esse livro está cheio de sentimentos contraditórios e uma realidade que nos persegue, a insegurança e a vontade de ser um vencedor, em qualquer aspecto da nossa vida.
Um é meu número favorito – sorriu Bea – Em inglês, a palavra “um” tem o mesmo som do passado de “vencer” e podemos todos dizer no final do dia que vencemos de novo, não podemos? Em alguns dias, chegar ao fim do dia é uma grande vitória. 
Esse livro fala de bullying, amizade, rancor, traição, suicídio, perda, aprendizado, perdão, AMOR, etc. Mostra como nós seres humanos somos mesquinhos e não temos cuidados no que falos para os outros, que existem pessoas que só se sentem bem, ao maltratar ou humilhar o outro. Que mudança não é fácil, mas sim uma aprendizado diário.
A autora Jennifer construiu uma história tão boa, que parece real, que nos faz sentir os mesmos sentimentos dos personagens, que te deixa frustada e alguns momentos te deixa leve. 
Todos os personagens são bem construídos, e preenche a história de uma maneira perfeita, que enriquece a história e os diálogos são extraordinários, e deixa o enredo excepcional. 
Estou apaixonada por esse livro, mesmo que ele me deixou triste. Mas é algo tão real. O amor de Valerie e Nick é fofo, as brincadeiras simples deles, mostra como pequenas alegrias nos muda.
Fonte: Google imagens
Galera leiam esse livro, ele é muito bom. Todos devem ler ele. Uma história triste, mas emocionante.
Beijinhos <3.


segunda-feira, 1 de outubro de 2018

BECKY ALBERTALLI E SUAS HISTÓRIAS

Olá Pockets!!

Hoje vamos apresentar para vocês, uma autora incrível. A autora de três livros de sucesso, e que está dando o que falar entre os leitores, e são leituras que é para qualquer idade, porque foca em temáticas fortes, mas de maneira leve, que pode ser usado para debates em escolas, clube de leituras, etc.

Fonte: Skoob
A autora  Rebecca Albertalli, mas conhecida como *Becky* Albertalli, é psicóloga o que lhe proporcionou o privilégio de trabalhar com muitos adolescentes inteligentes, estranhos e irresistíveis, e por sete anos foi orientadora de um grupo de apoio em Washington para crianças com não conformidade de gênero. Mora em Atlanta com o marido e os dois filhos. Simon vs. a agenda Homo Sapiens foi seu primeiro livro e que ganhou adaptação para o cinema, com o título Com Amor, Simon.

Becky  nasceu e foi criada em Atlanta, tem uma irmã chamada Caroline, e o fato de ser criada em cada de judeus, ela aborda sempre a religião nos seus livros. Ela é formada em psicologia pela universidade de Connecticut, tem doutorado em Psicologia clínica. Ela trabalhou como psicóloga até 2012 - quando seu primeiro filho nasceu - e posteriormente decidiu tentar escrever um romance.  Becky mora em Atlanta, com seu marido Brian e seus dois filhos Owen e Henry.


Becky diz que a autora australiana Jaclyn Moriarty  foi sua principal inspiração para se tornar uma romancista. Becky obteve vários prêmios com seu primeiro livro como: American Library Association 's William C. Prêmio Morris em 2015 de melhor romance de estréia escrito para adolescentes; o prêmio alemão de Literatura juvenil em 2017, entre outros.

A autora tem mais dois livros, já lançados no Brasil e mais um em parceria com seu amigo e parceiro de escrita Adam Silveira. O títulos da autora são Os 27 crushes de Molly e Leah fora de sintonia. E seu trabalho com Adam é (What if it's us) que ainda não tem previsão de ser trazido para o Brasil.



E como participamos de leitura coletiva, surgiu a oportunidade de conhecer a autora, pois a leitura coletiva do mês é os 27 crushes de Molly, e como a primeira meta fluiu tão rápido, deu uma vontade de conhecer os outros livro da autora. Então em um dia li Simon vs a agenda, e pude ver como a escritora tem uma escrita leve, fluida, divertida e toca  temas polêmicos de maneira excepcional, gerando discussões sobre a temática de maneira a nos levar a refletir sobre os eles.

Conheça a sinopse dos três livros da autora e a minha opinião sobre os livros abaixo:

Fonte: Skoob

SINOPSE: 
Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar. Agora, o adolescente avesso a mudanças precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu. Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos. (Skoob)

OPINIÃO: O livro do Simon é bem fofinho, trás a história do Simon, e o fato de ser gay, nem é o ponto mais importante da história. É a construção de pensamento do Simon, de porque ele se gay, ele tem que sair por ai contando para todos e sair do "armário", porque os héteros também não podem sair por ai divulgando sua opção.
Além disso, mesmo que muitos pessoas aceitem, sempre terá aquelas que iram arranjar maneiras de tentar magoar e diminuir o outro pela sua opção sexual. Mas algo que é interessante é a maneira de como a família e os amigos de Simon agem com a descoberta, assim como o próprio Simon em suas atitudes. Eu gostei bastante da leitura, pois é uma leitura rápida, fluida e divertida, além de grandes referências sobre super-heróis, literatura, etc.

Fonte: Skoob
SINOPSE: Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas.Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã. Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo? Em Os 27 Crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar. (Skoob)

OPINIÃO: Primeiro pedir desculpas ao pessoal da leitura coletiva (rsrs) não aguentei e finalizei a leitura antes do prazo. Mas confesso, que não deu, pois a leitura é tão gostozinha que não dar vontade de parar, Molly é a personagem central e ela trás tantos questionamentos, que sentimos junto com ela. Molly tem as inseguranças de muitas adolescentes aos 17 anos, ainda mais quando se é gorda, tem uma irmã gêmea magra e linda, serem bebês de proveta, filhas de duas mulheres e ter um irmão negro e ser judia. 
Percebemos que a autora aborda vários temas polêmicos, mas ela trata de maneira tão leve, que não fica uma história carregada, mas sim uma história maravilhosa, com temas reflexivos e que são ótimas para debater em grupo. Molly é a representação de várias meninas pelo mundo, assim como Reid, que é um fofo, amorzinho, um nerd e apaixonante, é um sonho de menino.

Fonte: Skoob
SINOPSE: Sequência do sucesso Com Amor, Simon. Leah odeia demonstrações públicas de afeto. Odeia clichês adolescentes. Odeia quem odeia Harry Potter. Odeia o novo namorado da mãe. Odeia pessoas fofas e felizes. Ela odeia muitas coisas e não tem o menor problema em expor suas opiniões. Mas, ultimamente, ela tem se sentido estranha, como se algo em sua vida estivesse fora de sintonia. No último ano do colégio, em poucas semanas vai ter que se despedir dos amigos, da mãe, da banda em que toca bateria, de tudo que conhece. E, para completar, seus amigos não fazem ideia de que ela pode estar apaixonada por alguém que até então odiava, uma garota que não sai de sua cabeça. Nesta sequência do sucesso Com Amor, Simon, vamos mergulhar na vida e nas dúvidas da melhor amiga de Simon Spier. Em um livro só dela, mas com participações mais do que especiais dos personagens do primeiro livro, vamos acompanhar Leah em sua luta para se encontrar e saber com quem dividir suas verdades e seus sentimentos mais profundos.Em Leah fora de sintonia, Becky Albertalli mostra por que é uma das vozes mais importantes e necessárias de sua geração. Sem nunca soar didática, a escritora lança mão dos mesmos ingredientes que tornaram Com Amor, Simon um sucesso mundial: a leveza, o senso de humor, a representatividade e a certeza de que vale a pena contar histórias sobre jovens que podem até estar perdidos, mas estão determinados a encontrar seu caminho.(Skoob)

OPINIÃO: A leitura flui bem, embora a personagem acabe te deixando angustiada, e muitas vezes dar vontade de bater nela, Leah é uma bissexual, que não se assumiu para os amigos, e fica irritada quando os outros não percebe que ela gosta de Abby, e nisso ela acaba tratando mal Abby, pois não sabe lidar com seus sentimentos, assim como com Garreth que é apaixonado por ela. Leah tem uma vida diferente dos amigos, pois tem uma mãe jovem, mas tem o pai ausente, pois ele abandonou a família, por uma mulher mais jovem e não trata bem o novo namorado da mãe Wells. Leah acaba não aceitando bem a questão de ser a única entre os amigos com os pais separados e de ser pobre, sendo que em nenhum momento os amigos liguem para isso. Leah é talentosa tanto para desenhar, com para tocar bateria, e a história envolve muito sua própria aceitação do corpo e da estrutura familiar.

O livro da Leah tem uma playlist incrível criada pela intrínseca, são todas as músicas mencionadas na história, e digo que está muito boa. <3. 


Bom Pockets, espero que tenham gostado. As três história são ótimas, embora confesse que minha queda é pelo livro da Molly, pois é o mais amorzinho de todos.


Beijinhos!!